
Na minha rua há um menininho doente.
Enquanto os outros partem para a escola,
junto à janela, sonhadoramente,
ele ouve o sapateiro bater sola.
Ouve também o carpinteiro, em frente,
Que uma canção napolitana engrola.
E pouco a pouco, gradativamente,
o sofrimento que ele tem se evola...
Mas nesta rua há um operário triste:
não canta nada na manhã sonora,
e o menino nem sonha que ele existe.
Ele trabalha silenciosamente...
E está compondo este soneto agora
pra alminha boa do menino doente.
Que gracinha vc! Le tantos livros, ve-se que é uma menina culta!
ResponderExcluirParabens, continue assim que vc sera uma mulher de sucesso, inteligente e com muito valor! (já é mas sera mais)
Que graça esse poema, Lívia. Tão meigo, tão Mário. Adorei.
ResponderExcluirNa minha casa tem um menino doente, o vejo todos os dias no espelho. Mamãe diz que é mau de amor, papai manda ir ao médico, ele recusa e dorme, às vezes chora.
ResponderExcluirBelo poema...
ResponderExcluirMario Quintana fez poemas lindos néah...
Beijos
é realmente lindo
ResponderExcluireu amo esse texto
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